terça-feira, 28 de julho de 2015

SEITAS E PARTIDOS JUDAICOS

VOCÊ SABIA?


Os grupos políticos, religiosos e sociais no período do Novo Testamento.


RELIGIOSOS
FARISEUS: Chamados inicialmente de Hasisim (“os piedosos”), esse grupo apoiou os macabeus na revolta contra Antíoco. Estudavam a lei judaica (a Lei escrita) e as tradições que haviam sido agregadas à Lei (a Lei oral).
A seu ver, a observância rígida dessas tradições fazia deles os únicos judeus justos. Posteriormente, fiaram conhecidos como fariseus (“os separados”) e detinham poder religioso em Jerusalém no tempo do ministério de Jesus (Mt 5.20; Lc 11.42). Foram alguns dos adversários mais ferrenhos de Jesus.

SADUCEUS: Pequena seita judaica constituída, em sua maior parte, de sacerdotes e membros do Sinédrio (At 1.5,17). Sua aversão a qualquer tipo de mudança e desejo de manter o  ¹Status quo que os envolvia com frequência em controvérsias com fariseus. Seu nome significa “os retos” em hebraico.  Para eles, a Bíblia se limitava ao Pentateuco e rejeitavam as doutrinas que não se limitavam a esses livros.
Afirmavam que nenhuma lei oral ou tradição era equivalente à Escritura. Ao contrário dos fariseus, não acreditavam na ressurreição, em anjos nem em espíritos (Mc 12.18; At 23.8). Os saduceus mantiveram uma relação amigável com os romanos quando estes assumiram o poder.

ESSÊNIOS: Seita judaica cujos membros adotavam uma forma de vida monástica. Viviam em comunidades isoladas, como Qumran. Seu nome significa “puros”. Buscavam pureza e comunhão com Deus por meio da abnegação, temperança e contemplação.


POLÍTICOS
HERODIANOS: Grupo de judeus que concordavam em sujeitar-se ao governo romano. Acreditavam que Herodes e seus descendentes eram a última esperança de Idrtael manter seu próprio governo nacional. Ajudaram a tramar a morte de Jesus (Mc 12.13; Mt 22.13).

ZELOTES: Grupo de judeus fortemente nacionalistas. Combinavam as práticas religiosas dos fariseus com o ódio a qualquer governo não judaico. A seu ver, Deus desejava que os judeus se opusessem militarmente a Roma (Mt 10.4).

GALILEU: Acreditavam que o controle estrangeiro sobre Israel era contrário à Escritura e, portanto, se recusavam a reconhecer governantes estrangeiros. Semelhantes aos zelotes em termos políticos, os galileus acabaram sendo absorvidos por esse grupo (At 5.37).


SOCIAIS
ESCRIBAS: Judeus que copiavam, ensinavam e explicavam a Lei. Muitos escribas eram fariseus e, como eles, acreditavam na autoridade das tradições orais (Lc20.46). Como mestres da lei, eram importantes para a sociedade judaica e também atuavam como juízes ou advogados.

NAZIREUS: Judeus que faziam um voto de separação temporário ou vitalício. Era fácil reconhecê-los, pois parte do voto proibia cortar o cabelo. Separavam-se por seu modo de vida com o objetivo de aproximarem-se de Deus. (Nm 6.2,4-6; Jz 13.5;1Sm 1.11; At 18.18; 21.23-24).

PROSÉLITOS: Não judeus que se convertiam ao judaísmo. Uma vez que o convertido era circuncidado, passava a fazer parte da família de Abraão e devia seguir a Lei.

PUBLICANOS: Judeus que cobravam impostos para o governo romano. Sua disposição de trabalhar para o governo estrangeiro era interpretada  como sinal de deslealdade a Israel (Lc 19.1-9).


OBSERVAÇÃO: Alguns dos levitas (assistentes no templo) atuavam como guardas do templo.

¹Status quo= posição, situação, condição.


(Texto extraído de “Bíblia Sagrada com Enciclopédia Bíblica Ilustrada” – Editora SBB, 2011).

domingo, 26 de julho de 2015

CONVITE À ESCOLA DOMINICAL


Nasci num lar evangélico
Ouvindo hinos cristãos
Que falavam temas vários
De Louvor a salvação

Já ouvi tocar orquestras
Cantar grupos juvenis
Corais e também louvores
Dos conjuntos infantis

Senti a graça divina
Nos cultos de oração
Almas serem redimidas
Pela evangelização

Chorei ao som de alguns hinos
Dos cantores e hinários
Apreciei belas vozes
E dons extraordinários

Porém algo incomparável
Que a meu ver não tem igual
É o inicio de um domingo
Na escola dominical

Ou mesmo se for à tarde
Ou em qualquer outro horário
Comer o santo alimento
À alma faz necessário

Várias histórias incríveis
Que tantas vezes ouvi...
E em cada recontada
Sempre me surpreendi

Embora ouvi vezes várias
Cada vez, nova lição
Da vida de Ester e Jonas
De Davi e de Abraão

 Hoje conheço a Palavra
Graças aos meus instrutores
Que um dia expurgaram
Das dúvidas meus temores

Meu desejo, ó Escola
É ver-te em todos países
Pois tua semente outrora
Hoje em mim criou raízes

E vou pela terra afora
Do coração dos cristãos
Semeando a semente
Por meio da instrução

Convocando cada crente
A deixar o ritual
E aprender  mais de Cristo
Na escola dominical

Autoria: Leila Castanha
04/2013



Observação: No 3º domingo de setembro é comemorado o dia nacional da EBD, e no 2º domingo de dezembro é o dia mundial da escola dominical.




MÚSICAS INFANTIS PARA ENSINAR AS  CRIANÇAS NA ESCOLA DOMINICAL















































































 



















terça-feira, 21 de julho de 2015

OBSERVAÇAO



Querido e caro aluno
Ouça o que vou te explicar:
O bom aluno não deve
Em sua escola faltar

O aluno inteligente
Que na vida quer crescer
É frequente em sua escola
Para nela aprender

Frequentar a uma escola
na vida é fundamental
Muito mais  em se tratando
Da escola dominical

Se na Bíblia temos dúvida
Ou pregamos com temores
Devemos vir à Escola
aprender com os professores

Tudo o que não entenderes
Na Palavra divinal 
Ser-lhe-á esclarecido
Na Escola Dominical

Se você é bom aluno
E tens a Escola amor
Com certeza, no futuro,
serás um bom professor

Assim, deixo o meu alerta
Para todo o pessoal:
Não se esqueçam que existe
A Escola Dominical

Autoria:  Leila Castanha


segunda-feira, 20 de julho de 2015

PEÇA PARA A EBF - História da Bíblia teatralizada

A HISTÓRIA DA RAINHA ESTER

PERSONAGENS: 12 (Narrador, Hamã, a rainha Ester, a mulher de Hamã, 3 amigos de Hamã, 1 eunuco, 4 conselheiros).
CENÁRIO : Trono, coroa (rei e rainha), cetro.



NARRADOR- Era uma vez um rei chamado Assuero. Certo dia, ele fez uma grande festa e convidou muita gente importante. Ele estava muito feliz!

(O REI ASSUERO APARECE SENTADO NO TRONO, ADMIRANDO A FESTA E PENSANDO)

REI - Esta festa está maravilhosa! Meu palácio está repleto e os meus convidados são gente muita importante. Vejam só: os príncipes, todos os poderosos da Pérsia e da Média, e os principais das províncias do meu reino vieram contemplar a minha grandeza! Esperem só até eles virem a minha rainha! Todos vão morrer de inveja, pois Vasti é a mulher mais bonita de todo o reino.

(O REI BATE PALMA E ENTRE UM EUNUCO, E ESTE CURAVA-SE PERANTE ELE)

REI - Traga a rainha Vasti a minha presença. Quero que todos apreciem a sua beleza.

NARRADOR - Após ordenar ao servo que trouxesse a rainha, o rei Assuero anunciou aos seus convidados, que a rainha Vasti estava vindo para a festa, a fim de que todos a conhecessem. No entanto, os minutos foram passando, e nada da rainha. O rei ficou bastante preocupado com a demora. Até que o eunuco volta a sua presença

REI – Até que enfim! Como você demorou! Não sabe que tenho convidados esperando? (O rei olha em volta e...) Cadê a rainha?

(O EUNUCO ENCURVA-SE DIANTE DO REI E LHE FALA)

EUNUCOPerdoe-me, mas a rainha Vasti recusa-se a vir a vossa presença, e apesar de nossa insistência os teus servos não foram capazes de convencê-la.

REI – (fala entre os dentes)  - O quê?! Como ela ousa desobedecer as minhas ordens? Quem ela pensa que é para recusar-se a atender o chamado do rei?

EUNUCO – Deseja que o teu servo volte a rainha e tente convencê-la novamente, meu senhor?

REI – Não. Chame os sábios para uma reunião, imediatamente.

(O REI VAI PARA UM CANTO E COMEÇA A ANDAR DE UM LADO PARA O OUTRO, INQUIETO, ATÉ QUE OS SÁBIOS CHEGAM)

REI – O que devo fazer? Devo trazê-la a força ou dizer aos meus convidados que a rainha encontra-se indisposta e por isso não poderá se apresentar hoje?

CONSELHEIRO 1 -  Acalme-se, meu senhor e conte-nos o que aconteceu? O que está deixando vossa majestade tão aflita?

NARRADOR - O rei contou tudo para os seus conselheiros, e então, eles chegaram a seguinte conclusão:

CONSELHEIRO 2- Isto é muito grave, majestade! Se essa noticia se espalhar  todas as mulheres do reino irão seguir o exemplo da rainha, e passarão a desrespeitar os seus maridos.

REI - Então, o que é que devo fazer? Vocês querem que eu conte a verdade para os meus convidados? Como eu vou dizer aos nobres do meu reino que a rainha recusou-se a obedecer o rei?  

CONSELHEIRO 3 – Nada disso, meu senhor! Isso seria muito ruim! Na verdade, só vemos uma solução.

CONSELHEIRO 4 - O senhor deve punir a rainha Vasti, tomando-lhe a coroa. Em seguida, mande cartas, convocando as moças mais bonitas do reino a se apresentarem no palácio para que o rei escolha uma nova rainha.

NARRADOR - Apesar de ter ficado muito triste com a drástica decisão, o rei deu ouvidos aos conselhos dos sábios. Assuero voltou ao salão de festas, e contou aos seus convidados que Vasti não era mais rainha porque desobedecendo a sua ordem.
Em seguida o rei contou-lhes que enviaria uma carta convocando as moças do reino para participarem do concurso, na qual uma delas seria a candidata à rainha.
Algum tempo depois chegou o tão esperado dia. As moças estavam ansiosas para saber a qual delas o rei escolheria, e o rei Assuero também estava muito nervoso, pois esta seria uma difícil decisão para ele.
O rei foi para o seu trono, e os eunucos fizeram, uma a uma, as moças desfilarem diante dele para que fizesse a sua escolha.

(O REI FICA SENTADO NO TRONO, ENQUANTO AS MOÇAS DESFILAM PARA ELE. AO FIM DO DESFILE, ELE OLHA UMA EM UMA, E QUANDO CHEGA EM ESTER PARA A EXAMINA POR ALGUNS SEGUNDOS)

REI – Qual é o seu nome?

ESTER – Ester, majestade.

(ELE A OLHA MAIS UM POUCO E DECIDE)

REI – Já decidi: Quero esta! Prepare-a para a cerimônia da coroação.

(UM EUNUCO A LEVA PARA UM LADO, ENQUANTO OUTRO LEVA AS DEMAIS PARA O OUTRO LADO).

NARRADOR -  Algum tempo depois que Ester se tornou rainha, o rei deu o mais importante cargo do reino a um homem chamado Hamã. Esse homem odiava os judeus. Embora o rei não soubesse, a rainha Ester era judia, ou seja, ela pertencia a esse povo.
Conforme a ordem do rei, quando Hamã passasse todas as pessoas tinham que se curvar para ele, pois agora ele era a pessoa mais poderosa do reino, depois do próprio rei. No entanto, um homem chamado Mardoqueu, que era o pai adotivo da rainha Ester, não se curvava quando diante dele porque sabia que o protegido do rei odiava o seu povo.
Então, alguém contou isso para Hamã, até que um dia ele observou que ao passar por Mardoqueu ele continuou sentado, e não lhe fez nenhum sinal de reverência. Hamã passou a odiar aquele homem com todas as forças, e para se vingar dele decidiu matar todo o seu povo.
Então foi até o rei e contou um monte de mentiras sobre os judeus, e como Assuero confiava muito nele permitiu que fizesse o que desejava.
Ao descobrir o plano maléfico de Hamã, Mardoqueu mandou alguém contar a rainha.

ESTER – E agora, o que farei para salvar o meu povo? Preciso falar com o rei, mas não posso ir a sua presença sem ser convocada por ele. O que farei? O que farei?

(A RAINHA ANDA DE UM LADO PARA O OUTRO, ATÉ LHE SURGIR UMA IDEIA)

ESTER – Já sei. (Pede que peguem um papel e começa a ditar uma carta) Escreva aí.

NARRADOR - (fala enquanto a rainha dita a carta a um servo, que a escreve).
Na carta que a rainha Ester mandou escrever para Mardoqueu ela lhe agradece por contá-la do terrível plano de Hamã e pede para seu pai adotivo que convoque todos os judeu a jejuarem e orarem durante três dias em seu favor porque ela iria até o rei. Isso era muito perigoso porque se o rei não gostasse ele poderia mandar matá-la.
Após os três dias Ester foi a presença do rei, que estava sentado no trono. Ela parou no pátio, em frente do aposento onde ele estava e ficou aguardando a decisão dele: se ele iria mandar matá-la ou se estenderia o cetro para ela.

(O REI APARECE SENTADO NO TRONO, ESTENDE-LHE O CETRO, ELA APROXIMA-SE, TOCA NA PONTA DO CETRO)

REI - O que tens rainha Ester? O que queres? Peça-me o que você desejar, e eu te darei, até metade do reino.

ESTER – Obrigada, meu senhor! Mas tua serva deseja que o rei venha hoje, juntamente com Hamã, ao banquete que vos hei de preparar, e então direi o que desejo.

NARRADOR - Hamã saiu do palácio muito feliz por sentir-se muito honrado, pois de todos os servos do rei, a rainha só convidara a ele. Mas quando saiu para a rua viu Mardoqueu sentado em frente a porta do rei, e ao ver que ele não se levantou, nem se curvou para ele, ficou muito furioso.
Ao chegar em casa  desabafou-se com sua mulher, Zeres, e seus amigos.

HAMÃ - Eu sei que deveria estar muito feliz porque o rei tem me honrado muito. Sou rico e respeitado em todo o reino, mas enquanto eu ver a cara daquele Mardoqueu não conseguirei ser feliz. Esse judeu me irrita muito!

ZERES – Não precisa perder a paz por causa dele, meu amor. Amanhã avise ao rei que vai enforcá-lo, e aproveite o banquete oferecido pela rainha.

 AMIGO 1 – Isso mesmo, Hamã! Faça uma forca bem alta, de uns 50 côvados de altura, para que todo o povo veja aquele homem ser enforcado, e você se vingará dele.

AMIGO 2 – E depois, você termina sua vingança matando o resto dos judeus.

AMIGO 3 – É verdade, amigo, se anima!

NARRADOR – Os amigos e a mulher de Hamã o tranquilizaram com estas palavras. Naquela mesma noite o rei Assuero perdeu o sono e não conseguiu dormir. Então, pediu seus servos para que lhe mostrassem o livro onde havia os registros de todas as coisas importantes que aconteceram no palácio. Ele começou a ler aquele livro e encontrou o nome de Mardoqueu.

(O REI LÊ EM VOZ ALTA, ENQUANTO OS HOMENS QUE LHE TROUXERAM O LIVRO FICAM AGUARDANDO AO SEU LADO)

REI (lendo o livro) – Mardoqueu salvou a vida do rei Assuero, ao denunciar os camareiros reais, Bigtã eTere, que faziam parte da guarda da porta do rei, e conspiravam contra ele, tentando matá-lo.
Puxa! Eu me lembro bem disso! Eu devo a minha vida a este homem!  (o rei olha para os servos e pergunta) Esse homem foi recompensado?

SERVOS – Não meu senhor, nada se deu ou se fez por esse homem.

REI – Preciso dar uma boa recompensa pelo seu ato de lealdade. Pelos deuses! Eu não consigo ter nenhuma ideia! O que poderei fazer para recompensá-lo?

(ENQUANTO PENSA O REI HOUVE PASSOS)

REI – Quem está lá fora? Vá lá fora e quem estiver no pátio traga a minha presença.

NARRADOR – O servo do rei anuncia que é Hamã quem estava no pátio. Ele estava indo falar com o rei que havia mandado fazer a forca para matar Mardoqueu, e pedi-lo para que ele desse ordem para enforcá-lo.
   
(HAMÃ ENTRA)

HAMÃ (encurvando-se) – Majestade...
 
REI – Diga-me, Hamã: O que você acha que deveria ser feito ao homem a quem o rei queira honrar?

HAMÃ (pensando) – Se o rei Assuero me fez o mais importante príncipe do seu reino ele só pode estar querendo me honrar, afinal ele gosta muito de mim. Vou caprichar no conselho.

HAMÃ (falando ao rei) – Bem, majestade... Não teria honra maior para uma pessoa do que o rei ordenar que o príncipe mais importante do reino o vestisse com as roupas do próprio rei, e o montasse sobre o cavalo do rei, e pusesse a coroa real sobre a sua cabeça. Depois esse príncipe o levasse em desfile, puxando o cavalo e gritando: “Assim se fará com aquele a quem o rei deseja honrar!”.

REI – Então, como você é o príncipe mais honrado no meu reino, pega a minha roupa, o meu cavalo e a minha coroa, e os ponha em Mardoqueu, depois saia puxando o meu cavalo com ele montado e grite bem alto: “Assim se fará com o homem a quem o rei deseja honrar!”

NARRADOR – Hamã mal conseguia acreditar no que ouvia, mas como era ordem do rei, ele não era louco de desobedecer.  Após cumprir tudo o que o rei ordenou sobre Mardoqueu, Hamã voltou correndo para a sua casa, triste e de cabeça baixa, e contou toda a sua humilhação para a sua mulher e seus amigos. Enquanto estavam falando chegaram os mensageiros do rei para levar Hamã ao banquete com a rainha Ester.
Durante o banquete o rei Assuero perguntou a rainha:

REI – O que você gostaria de me pedir, rainha Ester? Diga e o que você quiser te será concedido. Qual é o teu desejo? Peça-me até a metade do reino, e eu te darei.

ESTER – Oh rei, meu senhor! Se achei graça aos teus olhos, e se bem parecer ao rei, peço-me que me conceda a minha vida, e a vida do meu povo, pois é isto somente que peço e desejo. Porque fomos vendidos, e o meu povo, para nos destruírem, matarem, e nos aniquilar de vez; se nos vendessem para sermos servos e servas, eu ainda aceitaria, mesmo sabendo que perderia o rei, meu senhor.

(O REI FALA, COM AR INQUIETO)

REI – Quem é esta pessoa que pretende fazer isso com você?

ESTER – O inimigo que pretende fazer isso é este homem mau, Hamã.

(O REI LEVANTA-SE DA MESA, E RETIRA-SE, FURIOSO. A RAINHA TAMBÉM SE RETIRA E HAMÃ VAI ATRÁS DELA)

NARRADOR – Quando o rei Assuero se retirou para o jardim do palácio, Hamã também levantou-se e foi implorar a Ester que o perdoasse. Ele entrou no quarto de Ester, e implorando o seu perdão jogou-se sobre a cama onde ela estava. Nesse momento, o rei entra no quarto da rainha, e ao ver Hamã sobre a cama dela, fica ainda mais furioso.

REI – O que este homem tá querendo fazer? Não basta querer matar a rainha?
Será que ele também pretende forç-a-la na minha frente, e na minha casa?

NARRADOR – Quando o rei disse isso cobriram o rosto de Hamã, e um dos camareiros do rei teve uma ideia que o agradou muito.

CAMAREIRO – Permita-me, majestade! A forca que Hamã mandou levantar para matar Mardoqueu fica perto da casa de Hamã, por que o rei não manda enforcá-lo nela?

NARRADOR – Assim, o rei mandou enforcar Hamã, na forca que ele mesmo mandou construir para Mardoqueu. Ester contou ao rei que Mardoqueu era seu pai de criação, e o rei Assuero o colocou no lugar de Hamã. A pedido da rainha Ester, apesar de o rei não poder retirar a ordem de matarem os judeus, porque os reis não podiam voltar atrás, ele fez deu outra ordem, na qual  permitia a Mardoqueu escrever uma carta dizendo aos  judeus para se defenderem contra qualquer povo ou província que viesse contra eles.E assim, autorizados pelo rei os judeus lutaram em sua defesa e venceram a todos os seus inimigos. Mas o mais importante nesta história é que Deus usou uma órfã e seu pai de criação, ambos muito pobres, levou-os ao lugar de destaque e por meio deles, mais uma vez, livrou o seu povo.


Não se esqueça que quando precisarmos de qualquer coisa que nos pareça impossível conseguir, basta confiarmos em Deus, pois aquilo que não podemos fazer ele nos ajuda a conseguir. 

Por Leila Castanha 

sábado, 18 de julho de 2015

MUITO OBRIGADO, JESUS



imagem extraída de Círculo de oração infantil Do - Alto Da Conquista 1



Muito obrigado Jesus
Pelo trabalho que fiz
Muito obrigado Jesus
Por esta data feliz
Muito obrigado jesus
Por horas tão divertidas
Muito obrigado Jesus
E as professoras queridas

Autoria: ?



PROFESSORES E PROFESSORAS,  OBSERVEM ALGUNS PONTOS VALIOSOS PARA O BOM CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DE SEU ALUNO OU DE SUA AULA:



 1-  Procure manter os dados de seu aluno (a) sempre atualizados (endereço, telefone, e-mail, redes sociais, etc.).
         2-   Antes de iniciar a aula procure se aproximar de cada aluno de sua classe:
    - Cumprimente-os, abrace-os;
    - Procure saber como foi a semana de cada um deles, e escute-os;
    - Preste bastante atenção se há alguém que precise de algum tipo de atenção ou oração especial;
    - Observe se algum visitante e/ou algum aluno novato e faça-lhe uma apresentação muito especial para que ele sinta-se desejoso de voltar a sua sala.
   3-     Aconselhamos que antes das aulas procure ver com seu secretário o nome dos aniversariantes para que após aula você possa parabeniza-los, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo ou quem sabe uma simples lembrancinha
4-  No final da aula procure ver com o secretário o nome das pessoas ausentes e durante a semana separe um momento onde você possa entrar em contato com ele (a), por meio de uma visita, um telefone ou redes sociais.
5-    É importante que você como professor entenda a importância de cada atitude com que recomendamos logo acima, a fim de que você possa desenvolver um vínculo afetivo com cada aluno, ele compreenderá o quanto você o ama e se importa com ele.

Postado por Escriba Digital

(Extraído do blog “Eu vou para Escola Dominical”).