terça-feira, 20 de outubro de 2015

POESIA DE NATAL

ESTROFES PARA OS PEQUENINOS



Natal, Natal, do coração
Jesus, Jesus, estou contente!
Vem dirigir com tua mão
Meu passo, ainda inocente

Viva o Natal! Viva o Natal!
De Jesus, o bom Senhor!
Que veio a este mundo
Ser o nosso Salvador

Viva o Natal! O Natal de Jesus!

O meu Jesus é tão meigo,
Ama muito os pequeninos
Por isso disse uma vez
Deixai vir a mim os meninos

Natal! Perfuma a rosa purpurina!
Natal! Diz a sorrir meu coração
Natal! Murmura a fonte cristalina
Natal! Diz a avezinha em oração!



(Obs.: Não encontrei o nome do autor/a)

POESIA DE NATAL

NATAL

Uma vez, longe em Belém
Tu nasceste, ó Salvador!
E trouxeste ao mundo inteiro
Tua graça e teu amor

Na noite em que nasceste
Todo mundo se alegrou
E por sobre a manjedoura
Uma linda estrela brilhou

Anjos, pastores, cantavam
Louvores ao nome teu
Ao Pai do céu somos gratos
Pois grande bênção nos deu


(Extraído do blog “Cantinho dos Professores – EB D)


CLIQUE AQUI E VEJA OUTRAS POESIAS DE NATAL NO BLOG "PONDERAÇÕES DA ALMA")



POESIA DE NATAL

MEU NATAL


Imagem extraída de https://www.casasbahia.com.br

Hoje é um dia de festa
De alegria sem igual
Pois hoje comemoramos
De Jesus Cristo, o Natal

Com a vinda de Jesus
Deus mostrou-nos seu amor
Por isso hoje reunidos
Entoamos-lhe louvor

Mas o Natal não é só presentes,
festas, hinos
Pois Deus nos manda escutar
De Jesus o bom ensino

Por isso, por toda a vida
Eu quero viver amando
Pois assim estarei  sempre
Este Natal celebrando.


(Extraído do Blog “CANTINHOS DOS PROFESSORES – EBD”)





POESIA DE NATAL

NATAL DE CRISTO 

Imagem extraída de http://www.palavracom.com.br

Dia glorioso e memorável para o mundo
Cujo sentido, na verdade, é tão profundo
Que poucos há que o possa apreender
Embora seja o nascimento de  Jesus
Cuja mãe na manjedoura deu a luz
A sua morte é bem mais rica que o nascer

A alegria de nascer o Deus-menino
Foi pra cumprir-se nele o plano divino
De dar ao mundo a mais intensa e clara luz
O nascimento de Jesus só faz sentido
Por haver Ele lá no Gólgota morrido
E ter seu sangue derramado sobre a cruz

Eu hoje louvo a memória desse dia
E comemoro com imensa alegria
De Jesus Cristo, o nascimento e ascensão
Mas, sobretudo, sinto grande altruísmo
Pois o motivo de haver cristianismo
Foi sua morte, e a sua  ressurreição

Sem esse ato o que seria desse dia?
Do vil pecado, pois, quem nos redimiria
Se no jardim nosso Senhor se acovardasse?
Mas seu amor por nós foi muito mais profundo
Que assumiu sofrer a dor de todo o mundo
Pra que de Deus a gente se aproximasse

Natal pra mim que apreendi essa verdade
É muito mais que ter presente e amizade
Pois o motivo dessa data é mais além
Não basta festejar de Cristo o nascimento
Sem obter, de fato, o discernimento
De sua morte e ressurreição também.

Viva  Jesus!  Que advindo qual humano
Como criança veio a esse mundo insano
E a toda gente ensinou como viver
Porém mais “vivas” nós devemos dar ao Cristo
Que sua vida não negou, mesmo aflito,
E consumou sua missão até morrer.

Leila Castanha
16/12/2013




POESIA DE NATAL

NATAL DE QUEM?

Imagem extraída de https://www.youtube.com/watch?v=ScYrlc37HRw


Ouvi dizer na minha igreja, certo dia,
Que o natal é um momento de alegria
Por ser lembrado o nascimento de Jesus;
Pois ele sendo o filho do próprio Deus
Deixou seus planos pra realizar os meus
A vida dele pela minha numa cruz


A Humanidade não entende a importância
De certo dia ter nascido esta criança
a qual chamamos o seu nome Emanuel
Não se festeja pelo mundo a sua luz
Embora a data é o nascimento de Jesus
Parece ser o dia de Papai Noel

O mundo todo só se lembra de presente
Enquanto Cristo em sua vida está ausente
E o sentido de sua morte é desprezado
Jesus ao mundo veio deixando o céu
Nosso pecado levou em amargo fel
E seu sofrer por meros ritos é lesado

Esse natal que o mundo encanta nada é
Materialismo sobreposto à pura fé
E a certeza de presentes sem valor
Natal de Cristo é a honra a ele dar
E nunca a outro sua glória dedicar
Somente Cristo em todo dia é o Senhor

E como sendo ele o dono desta festa
A hipocrisia cujos corações infesta
Rouba o sentido verdadeiro dessa história
Só Jesus veio  a este mundo por amar
Papai Noel não deu a vida em teu lugar
Porquanto a Cristo seja dada toda glória!

Feliz Natal!


Leila Castanha

sábado, 17 de outubro de 2015

LIÇÃO 3 - 4° TRIMESTRE DE 2015




A IMPORTÂNCIA DE BUSCAR COM ZELO OS VALORES PERDIDOS


Extraído http://sombradoonipotente.blogspot.com/2012/09/a-dracma-perdida.html


COMENTÁRIO ADICIONAL

A IMPORTÂNCIA DE BUSCAR COM ZELO OS VALORES PERDIDOS


Este capítulo contém três parábolas falando sobre três coisas perdidas: a ovelha perdida, a dracma (moeda) perdida, e o filho perdido. Também fala de três alegrias: a do pastor, por achar a ovelha, a da mulher, por achar a moeda, e a do pai, por achar o filho.
Nestas parábolas aprendemos uma lição de valores: a ovelha, um animal aparentemente sem qualidades importantes, que apenas seguia o pastor, alimentando-se e descansando sob os seus cuidados, no entanto, valia mais do que ela imaginava (ele deixou as 99 e saiu atrás dela); uma moeda de baixíssimo valor, que tinha muita importância aos olhos de sua dona; um filho ingrato, que era amado pelo seu pai.
A atitude dos perdidos -Na primeira, observamos que a ovelha distanciou-se do pastor e se perdeu (a sua falta de ação a fez se perder –ela deveria seguir o pastor, mas foi descuidada); na da dracma, o objeto não tinha vontade própria, a mulher o perdeu por descuido (não a guardou, ou deixou cair ao manuseá-la) – a ação da dona da moeda a fez perder-se; e na do filho, ele foi rebelde e se perdeu (a ação dele o fez perder-se). São três situações distintas de perdas, mas em todas (por falta de entendimento, desleixo ou por rebeldia) é evidente a importância do que se perdeu.
A atitude do que perdeu- Nas três parábolas, o pastor tinha mais de uma ovelha (100), mas não abandonou a perdida; a mulher tinha 10 dracmas, mas empenhou-se até achar a única perdida; o pai tinha dois filhos, mas não sossegou até achar o que se havia perdido.
Embora fora a ovelha que se distanciou, o pastor sentiu a sua perda. Ao reparar que a ovelha não estava entre as outras, ele deixou as demais onde estavam (no deserto) e foi atrás da perdida. Quando um filho de Deus se perde, todos os demais também vivem essa perda (o deserto é lugar de faltura, de perda, e de tristeza). Quando não sentimos a falta de um irmão, é porque precisamos conhecer o bom pastor, pois ele dá a vida pelas ovelhas (Jo 10.11).
Na perda do filho – Assim como a ovelha foi responsável por sua perda, o filho também o foi. Ambos se desgarraram , e consequentemente se perderam. No entanto, a ovelha  é um ser irracional, segue o instinto, e o filho é racional, ele premeditou seu distanciamento do Pai. Por ser a ovelha um ser não pensante, o pastor foi procurá-la, mas sendo o filho dotado de razão, o pai esperou que se decidisse por voltar.
Deus não leva em conta o tempo da ignorância (a época em que não há compreensão em nós), e então ele vai atrás, ele chama, ele procura, ele insiste em que nos acheguemos a ele (At 17.30). Mas quando já temos compreensão das coisas espirituais então Ele espera que nos acheguemos - 2 Cr 7.14).
A Igreja de Laodicéia e a perda de uma dracma – O primeiro amor - Ap 2.4,5  
Também vemos a figura da Trindade: Na parábola da ovelha perdida, observamos a ação do Filho que redime (estava perdida, mas ele foi atrás até achá-la – Lc 19.10); na da dracma perdida, observamos a ação do Espírito Santo, que restaura o que se perdeu pela iluminação do entendimento (a ação do Espírito Santo é restaurar o que se havia perdido – veja Lc 4.18.19,  e fazer nascer nele  fruto);  na parábola do filho perdido observamos a ação do Pai que recebe (conforme a Parábola aponta,  e Ez 33.11).

Refletindo sobre a parábola da dracma perdida
Dracma- Uma moeda utilizada na Grécia Antiga que, no primeiro século d.C. os gregos equiparavam-na  a um denário (moeda dos conquistadores romanos), que valia um dia de trabalho (Mt 20.3). No entanto,  o cálculo feito pelo governo romano em relação ao valor oficial da dracma equivalia a três quartos de um denário, ou seja, a dracma tinha valor inferior ao denário.  Essa moeda foi substituída pelo euro . Uma dracma correspondia hoje, a US$0,65 centavos de dólar. Os judeus pagavam ao templo o valor anual de duas dracmas (didracmas) – Mt 17.24.
O uso das dracmas pelas mulheres: As mulheres comprometidas (noivas ou casadas) utilizavam uma tiara enfeitada com moedas (dracmas) sobre a fronte. Como dinheiro, essas moedas não tinham nenhum valor porque sua superfície era raspada, no entanto, como joia e simbolismo era importante na sociedade.

A atitude da mulher após perder a dracma- Ela varre a casa (isso não significa que ela não varria ou que a casa estava suja), mas era um meio de se certificar se a perdera em algum lugar não visível. Quando alguém vai procurar alguma coisa, diz-se que se fará uma “varredura”, isto é, irá inspecionar em todos os lugares. A mulher varre a casa como sentido de inspecionar todos os cantos na esperança de achar a moeda perdida (Claro, que se houver alguma sujeirinha por debaixo das coisas há de ser varrida. A sujeira simboliza o pecado). Acendeu a luz para que a iluminação a ajudasse a vê-la. Não bastava varrer, porque se por ventura a vassoura não puxasse a moeda, um objeto achatado e pequeno, não tão fácil de ser puxado de onde não se vê, a luz clarearia o ambiente para que a dracma fosse identificada e então, providenciado o modo de retirá-la. A Palavra de Deus é apontada como lâmpada e luz (Sl 119.105).
Provavelmente, aquela moeda fazia parte de sua tiara, e apesar de ser apenas uma que se perdera, a tiara estava quebrada, e consequentemente não podia mais servir como adereço. A moeda na tiara da mulher era como um brinco ou anel cheio de strass (aquelas pedrinhas), de forma que quando cai uma as mulheres não querem mais usá-lo.
A Igreja é a noiva de Cristo, e sua aliança, ou tiara, não pode estar faltando nenhum adereço. O Espírito Santo, amigo e confidente do noivo, cuida dela e a adorna para que o noivo a encontre sempre bela. O adereço, exigido pelo próprio noivo é o fruto do Espírito – Jo 15.1; Gl 5.22.
Jesus disse que ele é a videira e nós a vara e quem está nele dá muito fruto. Li em um determinado livro as seguintes palavras: Se alguém perguntasse a uma macieira porque ela não tinha um anel pendurado, a árvore poderia responder-lhe: “Não tenho porque ninguém dependurou em mim”. Mas se alguém perguntasse-lhe: “Por que você não produz maçãs”, a macieira não poderia dar desculpas, porque é natural que ela produza essa fruta. Assim é a Igreja: Ela pode ter desculpas por não ter dons espirituais, porque este é o Espírito Santo quem distribuiu a quem quer, mas dar fruto é próprio da Igreja, pois quem está em Cristo, dá muito fruto.
No entanto, se perdemos a nossa ligação com ele, ainda que um pouquinho,haverá deficiência em nossa produção, e não podemos apenas dar fruto, pois Jesus disse que quem está nele dá muito fruto. Um ou outro fruto não é suficiente para ele, pois se tivermos 7 ou 10 não basta, temos que ter todo o fruto do Espírito Santo. E, se porventura, dermos conta de que falta algum em nós, fica o conselho de Jesus a Igreja de Laodicéia: “Lembra-te de onde caíste, e arrependa-te”(Ap 2.5).
Talvez você julgue que o que você perdeu não seja tão valioso, mas uma dracma que cai da tua tiara de compromisso com Cristo, tira a sua beleza, e a sociedade irá criticá-lo como Igreja, pois somos rodeados de uma grande nuvem de testemunhas (Hb 12.1).
A atitude do pastor, da mulher, e do Pai após achar o que haviam perdido – Festejaram. Nestas parábolas Jesus estava mostrando que, independente da causa da perda de uma alma há regozijo no céu quando um pecador se arrepende. Isto é, ninguém é sem valor para ele. Ele chama a atenção para o regozijo do pastor ao encontrar uma ovelha, mesmo já tendo 99. À alegria da mulher e a festa que fez por achar uma moeda, mesmo tendo 9, e a celebração do pai ao retornar o filho pródigo, mesmo tendo outro ao seu lado.
Por outro lado, ele mostra, que as vezes somos responsáveis por vivermos perdidos no mundo, porque nos afastamos de Deus, quer por descuido, como a ovelha, ou por rebeldia, como o filho pródigo. Da mesma forma perdemos o que recebemos de valor da parte de Deus, quando nos descuidamos. E, que nem tudo que é valoroso para a Igreja é visto como valor para o mundo. 
 Por Leila Castanha







REVISTA INFANTIL (DO PROFESSOR) - 4 e 5 ANOS DE IDADE - APRENDER + (BETEL)



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SUMÁRIO DA LIÇÃO

Lição 01 - O milagre na festa
Lição 02 - O milagre na casa
Lição 03 - O milagre no tanque
Lição 04 - O milagre pelo telhado
Lição 06 - Milagre da vida
Lição 07 - O milagre no mar
Lição 08 - milagre da saúde
Lição 09 - O milagre na família
Lição 10 - milagre da visão
Lição 11 - O milagre no caminho
Lição 12 - O milagre no peixe
Lição 13 - Agradecendo o milagre






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