quarta-feira, 14 de outubro de 2015

4º TRIMESTRE DE 2015 - REVISTA DE JOVENS E ADULTOS - BETEL

Capa
Contracapa
                                     




















Sempre que for possível,  postaremos comentários concernentes à  lição da semana. Para visualizar os comentários adicionais das lições clique no marcador "Comentários da Lição",  no início do blog.


Revista Betel - Sumário da Lição
04/10/2015 - Lição 01: Abraão, um adorador por excelência
11/10/2015 - Lição 02: A gratidão é o mais nobre sentimento da alma de um cristão
18/10/2015 - Lição 03: A importância de buscar com zelo os valores perdidos
25/10/2015 -  Lição 04: O exercício da misericórdia manifesta a graça de Deus
01/11/2015 - Lição 05: Judas Iscariotes, um apóstolo dominado pela carne
08/11/2015 - Lição 06: O cristão vence o mal usando a armadura de Deus
15/11/2015 - Lição 07: Fomos escolhidos para produzir bons frutos
22/11/2015 - Lição 08: Lições de uma vida pródiga
29/11/2015-  Lição 09: Compreendendo a lei da semeadura
06/12/2015 - Lição 10: Jesus renova as esperanças de João Batista
13/12/2015 - lição 11: Calebe: um exemplo de visão, coragem e perseverança
20/12/2015 - Lição 12: O princípio de honrar aos pais
27/12/2015 - Lição 13: A fé que enfrenta as oposições



FOTOS DAS LIÇÕES






*************








**********







**********







*********







*********







*********








**********










**********








**********









**********








**********









********








terça-feira, 6 de outubro de 2015

ENTENDENDO A DOUTRINA DO LIVRE-ARBÍTRIO (OU ARMINIANISMO)

PONDERAÇÕES SOBRE A EFETIVA LIBERDADE DO HOMEM E SUA FIXIDEZ  EM UM DETERMINADO ESTADO

"Corramos com paciência a carreira que
nos está proposta (Hb 12.8)
Nas diversas páginas virtuais, ou físicas, ligadas a assuntos teológicos, testemunha-se certo zelo espiritual, assumido e enfatizado por alguns companheiros de fé cristã, que rejeita a ênfase na condição humana de ser livre, ou de ser de escolhas efetivas, explicitada claramente nas Escrituras. Esse zelo, ou excesso de zelo, deixa de levar em consideração que a liberdade relacionada à salvação conta com o fato primordial – a graça de Deus, disposta a todos os homens, como destaca o seguinte verso: “Porque a graça salvadora de Deus se há manifestado a todos os homens.” (Tito 2.11). Também ignora que a revelação direcionada à Igreja: “Aquele que beber da água que eu lhe der se fará nele uma fonte que salta para a vida eterna." (Jo 4.14) – não se restringe à Igreja, pois ela, como evangelizadora, deve estendê-la a toda a criatura. Essa revelação já está a explicitar a liberdade do homem, entre o aceitar e o rejeitar, realidade que se repete em forma de convite: “E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: vem. E quem tem sede venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida.” (Ap 22.17).
   Pelo caráter de convite – convite à salvação – esse chamado se apresenta como condicional, e, implicitamente, apresenta a possibilidade da salvação aberta a quem desejar acolhê-lo. Relembrando que, como no verso anterior, apesar de o último verso citado ser proveniente de uma epístola direcionada à Igreja não se deve esquecer que a missão designada a Ela (Igreja) é a  evangelização, portanto, a boa nova da água disponível a quem deseja beber deve ser propagada a todo o mundo, consequentemente, esse convite não é restrito a um meio chamado Igreja, sendo só ela livre para aceitá-lo ou rejeitá-lo, não, é estendido ao mundo - que a Igreja deve evangelizar -, para que a parcela que acolhê-lo se faça integrante do corpo chamado Igreja.  O convite não é feito restritamente à Igreja, é feito ao mundo para que, os de suas fileiras, aceitando-o, se faça Igreja.
   Quanto à eternidade da Salvação, pode-se, amparado nas Escrituras, afirmar que há a salvação consumada, aquela alcançada por aqueles que já receberam a coroa, porém há a salvação por se confirmar, essa salvação a ser confirmada é caracterizada por todos que, regenerados, ainda labutam nessa existência, e como tais, ainda esperam pelo selo final, o selo confirmatório, ou a coroa da vida. Essa realidade pode ser percebida na exposição paulina abaixo:

“E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo,
E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé, para conhecê-lo, e à virtude da sua ressurreição, e à comunicação de suas aflições, sendo feito conforme à  sua morte;
Para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dentre os mortos. Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus.
Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”. (Fp 3.8-14).


Assim como a salvação é parcial, enquanto não for efetivada, enquanto não se configurar como salvação confirmada, a perdição também. Da mesma maneira como o apóstolo prosseguia para alcançar o que ainda não havia alcançado definitivamente, e não considerava que já havia alcançado o que almejava, pode-se encarar o pecador, em sua condição de pecador, um ser perdido, porém, embora rumando para a perdição, deve-se percebê-lo como alguém com possibilidades de ser alvejado pela graça: “Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá.” (Ef 5.14).
Portanto, todo aquele que ainda caminha, que ainda combate o bom combate, deve adotar o pensamento paulino de uma salvação ainda por se consumar, como orientador, procurando manter seus passos ciosos na busca da consumação da esperança escatológica que o incita a prosseguir.



Por Lailson Castanha

Texto extraído de:
 https://teologiaarminiana.blogspot.com/search?q=PONDERA%C3%87%C3%95ES+SOBRE

domingo, 27 de setembro de 2015

POESIAS DE GIOIA JÚNIOR -

Gioia Júnior, dentre outras ocupações, foi poeta e cronista.





PARA A GLÓRIA DE DEUS




NADA ERA DELE


OH! ROSTO SOFREDOR



POEMA DOS PÉS DE CRISTO


SEGURA MINHA MÃO



AS MÃES SÃO FLORES



O GRILO



SONDA-ME, Ó DEUS



UMA MULHER NA FRENTE DO FOGÃO



SALMO 121



ORAÇÃO DA MAÇANETA



O ECO



O ECO - A GANGORRA




VEM DOCE MORTE



ÉRAMOS 4 NUM QUARTO



PARA QUANDO ESTIVERES NA CASA DE ORAÇÃO



FICA SENHOR COMIGO


SÊ CORAJOSO E FORTE



JESUS, ALEGRIA DOS HOMENS





Observação: Rafael Gioia Júnior era radialista, advogado e político. Faleceu em 03 de março de 1996, aos 64 anos de idade.




quarta-feira, 16 de setembro de 2015

USANDO OBJETOS DO DIA A DIA PARA ENSINAR A BÍBLIA

CAIXA DE BOMBOM


TEMA: A MENTIRA NÃO COMPENSA
TEXTO PARA LEITURA: Ef 4.25 
OBJETIVO: Mostrar que devemos falar somente a verdade e as implicações da mentira.
MATERIAL: Uma caixa de bombom, lacrada com cola, contendo massinhas de modelar embrulhadas em papéis de bombom. Outra caixa de bombom com chocolates de verdade.

Faça mistério, enquanto introduz a mão na sua bolsa. Diga-lhes que tem uma surpresa e pergunte-lhes o que acham que você pegará. Retire a caixa de bombom com massinhas, e pergunte-lhes o que é aquilo (provavelmente dirão que é bombom, uma caixa de bombom ou chocolate). Pergunte quem gosta de bombom, e depois de todos darem os seus palpites, abra a caixa e mostre-lhes o seu conteúdo (massinhas de modelar).
Pergunte-lhes se já foram enganados outras vezes e como aconteceu (deixe eles contarem). Depois pergunte como se sentiram ao serem enganados.  Fale sobre o perigo da mentira, fazendo-os refletir sobre a realidade de que o mentiroso fica sem crédito.
Conte-lhe a seguinte fábula (se for uma turma de 8 anos em diante, explique-lhes o que é fábula – Está explicado no final deste texto):  

“Havia uma ovelhinha muita sapeca, ela se divertia muito enganando o seu pastor (explique o que é um pastor de ovelhas). Às vezes, ela berrava feito louca, como se estivesse correndo um grande perigo, e o pastor ia em disparada para salvá-la, mas ao chegar lá, a ovelha rolava de rir e dizia:
- kkkkkk, não acredito que te enganei de novo!
O pastor a advertia para não fazer mais aquilo porque chegaria um dia em que não viria mais, por não acreditar nela. No entanto, de nada valeram as advertências do pastor, e a ovelhinha voltava a aprontar fazendo pegadinhas para ele. Um dia, ela berrou, berrou, berrou, com toda a força que tinha, e nada do pastor aparecer. Ela berrava fazendo um som muito forte e aterrorizado, mas mesmo assim ninguém veio socorrê-la. Até que, mais tarde, o pastor veio buscar as ovelhas para levá-las a pastar e no caminho encontrou a ovelhinha sapeca toda ensanguentada e muito machucada, quase morrendo. Então, a tomou em seus braços e levou para sua casa, onde cuidou dela. Quando ela já estava melhor, o pastor pediu para contar o que aconteceu, e ela lhe contou sua triste história. Então, o pastor lhe disse:
-Eu te avisei para não brincar de mentir, porque o mentiroso um dia se dá mal, pois um dia ninguém mais acreditará nele.
Ainda bem que depois do susto a ovelhinha aprendeu a lição e prometeu ao pastor que nunca mais mentiria. Afinal, ela viu que a mentira faz mal aos outros e a nós mesmos.

Pergunte à turma se já mentiram alguma vez. Deixe alguns contarem sua experiência. Pergunte se conhecem alguém que é muito mentiroso ou mentirosa e que, por isso eles não acreditam mais nessa pessoa.
Diga-lhes que Deus não gosta da mentira porque ele não gosta que enganemos as pessoas. Leia o Sl 15.1,2 e frise que para ir ao céu temos que falar a verdade. Explique-lhes que, segundo a Bíblia, o mentiroso vai para um lugar muito ruim chamado inferno (Ap 22.15).  Leve-os a compreender que ser mentiroso é ter o hábito de mentir (é gostar de mentir e fazê-lo sempre, por puro prazer), por isso o texto de apocalipse diz que quem vai para o inferno é aquela pessoa que "ama e pratica a mentira”: Amar significa ter prazer de mentir, e praticar quer dizer que essa pessoa tem o hábito de falar mentiras. Explique-lhes que, embora não devamos mentir, as vezes fazemos coisas sem querer, isto é, não é que gostamos de fazer aquilo, mas cedemos àquela vontade, porém depois nos arrependemos. Explique a eles que, nesse caso, podem pedir perdão a Deus, e procurar falar a verdade de novo. E não se esqueça de dizer que Jesus está sempre com eles, em seus corações, e sempre que precisarem de ajuda basta falar com ele em oração. Ressalte que, quando amamos a Jesus procuramos fazer só o que lhe agrada, e o Espírito Santo, que é o amigo dele, nos ajuda a fazer a Sua vontade.

AGORA, TIRE DA BOLSA A CAIXA DE BOMBOM VERDADEIRA E DISTRIBUA NA CLASSE (não esqueça de fazer isso, para que eles não venham perder a confiança em você).

Ore com eles, pedindo para que repitam a oração. Nessa oração confesse a Deus que sabe que mentir é pecado, e peça para ele perdoar os pecados de cada um e ajudá-los a falar somente a verdade.

Encerre com um corinho. Por exemplo:


É BOM TER JESUS NO CORAÇÃO



OBSERVAÇÃO: Fábula é um gênero narrativo que tem como característica trazer uma lição de moral, isto é, algum ensinamento ao homem. E, seus personagens são animais com características humanas. Por meio dessas histórias ficam evidentes virtudes e vícios comum ao comportamento humano.
                                                                                                                                       
Por Leila Castanha

terça-feira, 15 de setembro de 2015

USANDO OBJETOS DO DIA A DIA PARA ENSINAR A BÍBLIA

O DESPERTADOR



TEMA: Ajudando um ao outro
TEXTO PARA LEITURA: Gl 6.2
MATERIAL: Um despertador (pode ser do celular).
OBJETIVO: Ensinar a importância de ajudar o próximo, e recapitulação das aulas anteriores.

A professora entra na sala e o despertador toca (ponha um toque alto). Ela pede desculpas à turma, e lhe diz que precisa dele para lembrá-la de fazer as coisas porque está muito esquecida.  Em seguida, anuncia que irá contar uma história, mas precisará da ajuda deles, caso se esqueça de alguma parte (pode contar escrevendo na lousa, ou de forma oral). De vez em quando, finja esquecer e deixe a classe responder. Por exemplo:

Pessoal, vou contar a história de Davi e ... Ai meu Deus, como era mesmo o nome do gigante?” (Espere eles responderem e sempre agradeça a ajuda deles). Davi representa todo crente que confia em Deus de verdade, mesmo nas horas mais difíceis, e que dão medo, mas Golias representa toda pessoa que confia em si mesma e na sua própria capacidade. Golias era um guerreiro valente, e, além disso, ele também era um ... (como chama mesmo, pessoal, aquelas pessoas bem grandes, muito altas?) Isso mesmo! Muito obrigada! Então, como vocês bem disseram, Golias era um gigante”. (E assim por diante).
Após contar a história bíblica preparada para a aula, conte para eles, que o seu esquecimento foi apenas uma encenação para mostrá-los como é importante ajudar as pessoas quando elas precisam da gente, e elogie-os por terem te ajudado. 
Diga-lhes o quanto seria difícil se você realmente não pudesse se lembrar de toda a história e não tivesse a ajuda deles. Pergunte-lhes se alguém tem um irmãozinho ou irmãzinha pequeno (a), e peça para contarem como o ajudam a fazer alguma coisa que ainda não conseguem fazer sozinho. Explique-lhes como os pais precisaram ajudá-los também, quando eram bebês, a se alimentarem, andarem, falarem, segurarem os brinquedos, a comerem com a colher, etc.
Em seguida, mostre-lhes como é importante ajudar o papai e a mamãe quando estes pedem ajuda, pois todos nós já precisamos ser ajudados em algum momento da vida, e sempre vamos precisar de alguém. Faça-os compreender a importância de a família cooperar entre si, e mostre-lhes que cada um tem um papel fundamental para ajudar o outro até mesmo em nossa casa.  Faça-os refletir como seria se só ele tivesse que fazer a tarefa de todos. Fale a eles sobre a empatia (se colocar no lugar do outro). Conte-lhes que Jesus ensinou que devemos fazer aos outros o mesmo que gostaríamos que fizessem a nós - Mt 7.12.
Leia para eles (ou com eles, dependendo da idade) Gl 6.2, e diga-lhes que Jesus nos ensinou a ser pessoas úteis, e ajudar aos que precisam. Às vezes, tudo o que podemos fazer por alguém é orar, por isso Tiago (5.16) disse para orar uns pelos outros.
NÃO PODEMOS SER PREGUIÇOSOS, MAS PRONTOS PARA AJUDAR A QUEM PRECISA. 

Finalize cantando um corinho, como, por exemplo, o do vídeo abaixo:

A FORMIGUINHA





Por Leila Castanha




USANDO OBJETOS DO DIA A DIA PARA ENSINAR A BÍBLIA

 O sabonete

imagem extraida de https://ahoaloe.com.br/


TEMA: A SANTIFICAÇÃO É UMA BUSCA DIÁRIA
TEXTO PARA LEITURA: 1 Jo 1.9
MATERIAL: Um sabonete
OBJETIVO: Fazer o aluno perceber que a santificação tem de ser buscada (perseguida).

Mostre à turma um sabonete e pergunte se sabem que objeto é aquele e para que serve. Ao responderem, pergunte-lhes se tomam banho só aos domingos quando vêm à Escola Dominical. Perguntem-lhes o que acham que aconteceria se tomassem banho apenas aos domingos. Conte-lhes a seguinte estória:

“Havia um menino chamado Ricardo (evite colocar nome igual ao de algum aluno). Ricardo era um lindo garoto, porém era muito sujinho. Era tão sujo que as pessoas evitavam ficar perto dele, porque seu cheiro era muito desagradável. As pessoas o apelidaram-no de Cascão".

 Faça uma pausa e pergunte quem conhece a história do Cascão da Turma da Mônica, de Maurício de Souza. (Provavelmente, todas as crianças conhecem). Continue a estória:

“Pois bem, pessoal: Ricardo parecia muito com o Cascão, só faltava ter um porquinho de estimação, mas acho que só não tinha um porque sua mãe não deixava. Com o passar do tempo, ele foi ficando tão sozinho, mas tão sozinho, que começou a se sentir muito triste. Um dia, ele foi para a escola, e a professora Rita, que era uma professora muito boazinha, começou a aconselhá-lo a ser mais higiênico (vocês sabem o que significa ser higiênico?). Pois bem, apesar dele ter preguiça de tomar banho todos os dias, ele resolveu seguir o conselho da professora, porque senão ficaria sem amigos para sempre. No dia seguinte, Ricardo tomou um banho, e ao chegar à sala de aula ninguém o reconheceu, mas todos pensavam que era um aluno novo. Quando ele entrou o perfume invadiu o ambiente e seus cabelos loiros chamou a atenção de todos. E aqueles olhos azuis, tão lindos, que ninguém nem prestava atenção por causa da sujeira no rosto, encantou até a professora Rita, que foi logo lhe elogiando:
-Meu Deus! É você mesmo, Ricardo? Está vendo como você parece outra pessoa? A sujeira, além de fazer cheirar mal, também esconde a beleza que existe em nós. Quem diria que você é um garoto tão lindo!
Naquele momento, Ricardo resolveu tomar banho todos os dias, pois ele estava muito feliz ao ver que todos os colegas estavam ao redor dele, tocando-lhe os cabelos loiros, e convidando-o para brincar no recreio”.

Vocês sabiam que o pecado pode deixar uma pessoa muito feia e suja, e por causa disso pode, também,  torná-la solitária?
Alguém sabe o que é pecado (deixe eles responderem). Isso mesmo! Pecado é a desobediência a Deus. Se fazemos qualquer coisa que Deus não gosta, então cometemos pecado. Agora vamos ver como o pecado nos deixa sozinhos como o menino da estória?
Imagine uma menina bem bonita que fala palavrões, que mostra o dedo, faz caretas para os coleguinhas... Alguém gostaria de ser amigo dela? Ela não fica feia, mesmo sendo tão bonita, assim como o menino sujinho da nossa estória?  Agora pense num menino muito chato e egoísta que não divide nada com ninguém, mas adora fazer inveja com os brinquedos que ele tem. Sua cara de mau, e seu jeito egoísta não o afastam das pessoas como aconteceu com o Ricardo? Pois é, o pecado faz isso com a gente: Nos deixa sozinhos, porque estamos sujos por dentro, e essa sujeira no coração nos torna pessoas indesejadas.
Já repararam como os bandidos tem cara de mau? Dá até medo de olhar pra eles, não é? Sabem por quê? Por que, embora estejam limpinhos por fora, por dentro  o coração está muito sujo de pecado. E a sujeira do coração transparece no rosto, com aquela cara de mau, e também nas atitudes deles.
Mas na Bíblia está escrito, no livro do profeta Isaías no  1.18, as palavras do próprio Deus aos israelitas, que eram o seu povo,  dizendo-lhes que mesmo que o coração deles  estivesse tão sujo de pecado, ele poderia deixá-lo bem limpinho, deixando-o branco como a neve.
Jesus, o Filho de Deus, morreu para nos limpar do pecado,  e hoje, quando pecamos e nos arrependemos - sabe o que significa se arrepender?- (deixe eles tentarem responder), ele perdoa os nossos pecados, e faz o nosso coração ficar limpinho de novo.
Ensine-lhes que assim como precisamos tomar banho todos os dias para ficarmos limpos, precisamos limpar o nosso coração todos os dias, e conseguimos isso quando procuramos ouvir a Palavra de Deus e praticá-la.
Peça para que escrevam algum pecado que cometeram durante a semana e diga-lhes que precisam contar para Deus, mesmo ele já sabendo de tudo, por que isso chama-se confessar. Leia com ou para eles  em 1 Jo 1. 9: “Se confessarmos os nossos pecados ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados.
 Em seguida, ore com eles, ensinando-lhes a confessar os seus pecados (explique-lhes que precisam falar para Deus o pecado que fizeram), mas na classe, podem só pensar, sem falar alto.  

Encerre com uma música de acordo com a aula ministrada.Por exemplo, o corinho "cuidado", o corinho "o sabão"  nos vídeos abaixo:



O SABÃO





CUIDADO OLHO, BOCA, MÃO E PÉ


OU O CORINHO "O HOMENZINHO TORTO". PARA ENCONTRÁ-LO BASTA CLICAR NO LINK AO LADO: http://ebdsbnovo.blogspot.com.br/search/label/M%C3%BAsicas%20infantis.

Por Leila Castanha

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Ensinando as verdades bíblicas através de contos e fábulas



OS TRÊS PORQUINHOS 


Tema:  A confiança em Deus nos deixa seguros
Texto para Leitura: Mt 7.24-26
Objetivo: Aproveitar o conhecimento prévio da criança nesses tipos de textos clássicos para levá-la a conhecer as parábolas bíblicas, de onde também podem  aprender  lições morais.
Material: Bíblia,  livro "os 3 porquinhos", e gravuras a respeito da fabula e da parábola bíblica.

Após ler o texto acima (Mt 7. 24-26), pergunte às crianças quem já ouviu a estória dos três porquinhos (provavelmente todas, ou quase todas). Diga-lhes que esta parábola de Jesus tem algumas semelhanças com essa fábula. Explique-lhes que tanto a fábula quanto a parábola são histórias inventadas que servem para nos ensinar alguma lição. Em seguida conte-lhes a fábula, mostrando as respectivas figuras.
Após contá-la pergunte quais são as semelhanças e as diferenças que eles notaram entre ambas as estórias (ajude-os a percebê-las dando-lhes dicas, como por exemplo: O que foi que os três porquinhos construíram? E na parábola que Jesus contou, o que os dois homens da estória construíram?  (Casas) – “olha aí, já vimos uma semelhança!”;  na fábula, os porquinhos escolheram o mesmo material para construir suas casinhas? (não, cada um fez de um material diferente); Quais foram os materiais que usaram? E as casas da parábola de Jesus  foram construídas no mesmo lugar? Qual a diferença entre a construção das casinhas dos 3 porquinhos, e das casas da parábola de Jesus? (Leve-os a entender que as duas casas da parábola foram construídas com o mesmo material, mas em lugares diferentes: um construiu sobre a areia (lugar sem segurança), e o outro, na rocha (lugar seguro), enquanto que na fábula, os materiais também eram diferentes: palha e madeira, (materiais sem segurança), e tijolo (material forte, seguro). Pergunte-lhes o que derrubou as casinhas dos porquinhos (o sopro do lobo), e o que derrubou a casa construída na areia (o sopro do vento).
Mostre-lhes que os porquinhos que perderam a casinha por não obedeceram a sua mãe, que os advertiu para fazerem bom uso do dinheiro, e na parábola Jesus comparou a casa na areia àquelas pessoas que ouvem o que ele ensina, mas não obedece, ou seja, às pessoas desobedientes.
Na fábula dos porquinhos aprendemos que a vida não é feita só de brincadeiras, precisamos também separar um tempinho para as coisas sérias, como estudar, por exemplo. Mostre-lhes que dois dos porquinhos não queriam perder tempo construindo suas casinhas, pois gostavam muito de brincar, e, por isso, resolveram fazê-las com materiais mais rápidos e práticos. Somente um deles preferiu fazê-la mais segura, embora fosse perder mais tempo para construí-la, mas a sua casinha resistiu ao sopro do lobo, e também salvou os seus irmãos. Explique-lhes que, embora seja muito bom brincar, jogar ou assistir TV, as crianças precisam entender que também é necessário separar um tempo para as coisas sérias como os estudos, e  ajudar os pais, e que, apesar de hoje parecer chato fazer certas obrigações, no futuro isso irá lhes servir muito, porque tudo o que aprendem hoje vai lhes deixar preparados para quando forem adultos, e precisarem arrumar um bom emprego, ou cursar uma boa faculdade.
Diga-lhes que na parábola que Jesus contou, aprendemos que para termos uma vida segura, sem medo de nada, devemos obedecer a Sua Palavra. Alguém sabe o que é a Palavra de Deus? (a Bíblia). Alguém sabe alguma coisa que a Bíblia ensina que devemos fazer? (deixe eles falarem: orar, obedecer os pais, perdoar, etc.). E o que ela ensina que não devemos fazer? (mentir, roubar, desobedecer os pais, pecar, etc.).
Muito bem! Quem faz tudo o que Jesus manda não precisa ter medo de nada,  pois a sua vida está bem protegida, assim como o porquinho que fez sua casinha de tijolo, e como o homem que construiu sua casa na rocha. Embora virão situações difíceis, o Senhor Jesus sempre nos protegerá. Agora vamos todos repetir o Salmo 125.1. 

(Após recitarem o salmo, cantar o corinho abaixo, ou outro que trate sobre o tema estudado).


MÚSICA: NÃO CONSTRUA SUA CASA NA AREIA





Após ou antes de contar a estória passar o vídeo abaixo:




Se preferir, dê desenhos para colorir, como esses dos exemplos abaixo :